18/05/2020

Quanto custa ter um filho no Brasil e como se planejar para aumentar a família?

Preparar-se para ter um filho vai muito além de preocupações como enxoval, cor do quarto, modelo de berço, carrinho e etc.

Ter uma nova criança vai exigir de você muita disciplina financeira, desde a gravidez até os primeiros anos do bebê, incluindo:

  1. Custos médicos;
  2. Planejamento ao tirar licença do seu trabalho;
  3. Ajustes no orçamento para receber o mais novo membro da família.

Tudo bem que alguns aprendizados, para os pais, são mais bem entendidos no dia a dia – como a troca de fraldas, por exemplo. 

Mas a lista de coisas a serem feitas antes da chegada do bebê e nas primeiras semanas requer atenção e algum esforço financeiro. Porém, tudo é possível com um bom planejamento. 

Segundo especialistas em planejamento financeiro familiar, os pais desembolsam até os 18 anos de idade de um filho, em média, entre R$ 1 e R$ 2 milhões de reais.

Mas não precisa se desesperar! Com alguma disciplina e planejamento, você cumprirá seu objetivo com sucesso. 

Confira algumas dicas que reunimos para você! 

Primeiros preparativos

  1. Entenda os detalhes do seu plano de saúde e preveja os custos. Ter um bebê é caro, mesmo quando você tem um plano. Pesquise valores dos serviços de pré-natal, trabalho de parto e todas os demais gastos que virão em seguida.

  1. Planeje a licença maternidade / paternidade. Quanto tempo você e seu parceiro ou parceira (se tiver um) terão à disposição para se ausentar do trabalho? Serão licenças remuneradas? Converse com o empregador sobre as políticas da empresa e o que dizem as leis, nesses casos. Toda informação é importante nesse momento.
  2. Elabore um orçamento para o bebê. Depois de já ter uma noção dos gastos iniciais, faça as contas de como a sua renda será afetada nos próximos meses. Prepare uma lista de itens imprescindíveis para o bem-estar do bebê e ajuste seu orçamento de acordo. 

Recém-nascidos têm muitas despesas; portanto, defina um limite para as compras necessárias e considere adquirir itens de segunda mão para manter os gastos sob controle.

  1. Custos fixos como fraldas, cuidados infantis e alimentação mudarão seu perfil de despesas domésticas nos próximos anos. Por isso, planeje-os durante a gravidez para não ter surpresas.
  2. Escolha um pediatra que seja coberto pelo seu plano de saúde. A primeira consulta médica do seu bebê ocorrerá na primeira semana de vida, portanto, decida previamente sobre o médico que irá atendê-los. Converse com amigos e familiares para conseguir boas recomendações. Ligue para as clínicas locais e peça para conversar com um pediatra antes de marcar a consulta. Não tenha vergonha. 

  1. Cheque seu fundo de emergência. Se você ainda não possui um, então agora é a hora de acelerar as coisas e abrir logo uma poupança, que é maneira mais prática e rápida de começar a poupar. Infelizmente, crianças são propensas a acidentes e, com o custo de criar um filho, não há como saber se você terá a renda disponível para pagar despesas inesperadas. E elas sempre acontecem. Ter um dinheiro guardado que dê para cobrir entre três e seis meses de gastos mensais é o valor ideal para começar.
  2. Quando uma criança chega em nossas vidas, é fácil esquecer objetivos pessoais e planos de longo prazo. Siga firme com as metas financeiras, mesmo que elas sejam consideravelmente afetadas. Se não dá para guardar R$ 100,00, guarde R$ 50,00. Se R$ 50,00 é muito, separe R$ 20,00. Mas não abandone seu planejamento.
  3. Educar um filho não é barato. Mesmo que você considere escola e universidade públicas, ainda assim os gastos serão muito relevantes. Começando a economizar desde cedo, as coisas ficam mais fáceis de administrar. 

O que mais pesa em cada uma das fases que vêm na sequência

Dos 4 aos 6 anos

Dos 7 aos 17 anos

  • Shows
  • Cursos de idiomas
  • Atividades esportivas
  • Viagens
  • Mesadas 
  • Vestuário
  • Curso pré-vestibular

Dos 18 aos 21 anos

  • Universidade
  • Livros e materiais de apoio
  • Custos com transporte

Para anotar e nunca mais esquecer

– Divida o orçamento em três partes, referentes às fases iniciais do bebê: gravidez, primeiro e segundo ano de vida, com custos estimados para cada uma delas.

– Quanto mais cedo começar a poupar, melhor;

– Sempre pesquise preços e não tenha vergonha em negociar;

– À medida que a criança for crescendo, faça com que a educação financeira seja parte da sua rotina.

Agora é hora de tirar o planejamento do papel e experimentar uma nova fase da sua vida. Aproveite!

 

QuiteJá

Uma plataforma que nasceu para resolver suas pendências financeiras de maneira segura e sem burocracia. Tem alguma dúvida? Converse com a gente nos comentários!

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