28/08/2020

Devo sacar meu FGTS?

A liberação do saque do FGTS para aquecer a economia vem sendo novidade nos últimos meses. Mas afinal: realmente vale a pena? Em quais situações é recomendado o saque?

Antes de responder essas perguntas, é extremamente necessário entender para que foi criado o FGTS e qual sua finalidade.

O que é o FGTS?

O FGTS é um valor depositado pelo empregador referente à 8% do salário de seus funcionários na Caixa Econômica Federal, independente do valor.

Se o salário de um trabalhador for R$ 1.200, o valor depositado será R$96, da mesma forma que, para quem recebe R$ 10.000, o depósito é de R$800/mês.

Qual é a finalidade?

Proteger o trabalhador de situações de vulnerabilidade, funcionando como uma reserva de emergência. 

O que mudou?

Antes, ele só poderia ser sacado em situações como demissão sem justa causa, demissão por acordo, fim do contrato por prazo determinado, contrato finalizado por falência, três anos seguidos sem trabalhar com carteira assinada, para comprar a casa própria, aposentadoria, apenas com 70 anos de idade ou mais e se caso tenha uma doença grave. 

Ou seja: funcionava como uma reserva de emergência, abastecida pelo empregador, para auxiliar em casos de desamparo.

Mas, no cenário de crise que o país vêm enfrentando e que foi agravado com o coronavírus, a liberação do FGTS foi estabelecido como estratégia para amaciar o ciclo de entesouramento e dar livre acesso à quem deseja e/ou precisa do dinheiro guardado.

Mesmo se eu não estiver nessas situações, devo efetuar o saque?

Nesse caso, depende. 

Se o seu objetivo é retirar para investir em outro lugar, essa não é uma boa ideia. O FGTS rende a uma taxa de 4,9% ao ano em 2020 por conta da distribuição de lucro de 2019, o que nenhuma outra renda fixa oferece, além de não cobrar Imposto de Renda. Ou seja: o ideal é mantê-lo onde está.

E bom, você gostaria de efetuar o saque para comprar aquela camiseta que viu em uma loja online ou trocar a torneira da pia que não está mais combinando com o resto da casa… O nosso conselho também é para que deixe o dinheiro lá. Como ele é para emergências, e nós nunca sabemos quando emergências acontecerão, é melhor manter a consciência limpa de que pelo menos aquele dinheiro está lá para algum momento de aperto!

Porém, se a ideia é quitar dívidas e auxiliar nas contas do mês que não fecham, é considerado super válido (inclusive nosso CEO, Luiz Garcia, deu essa super dica no Jornal DCI, corre lá ver)! Como muitos bancos e credores estão passando por momentos de dificuldade, os descontos para dívidas podem ser ainda maiores que o normal. Com um bom abatimento, pode ser possível quitar à vista.

E aí? Conseguimos te dar uma luz? Esperamos que sim! 

Caso sua situação seja a terceira, a QuiteJá está de braços abertos para ajudar a quitar suas dívidas. Com vários parceiros como Santander, Pernambucanas, Digio e outros, realizamos negociações rápidas e seguras. 

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