25/06/2020

Conta conjunta é o melhor para você?

Quando conversamos sobre finanças e mais de uma pessoa está envolvida, logo pensamos na conta conjunta como melhor opção! É o caso de casais, famílias, sócios, amigos com um objetivo em comum… Mas ela é mesmo a melhor opção?

Foi exatamente para sanar essa dúvida que escrevemos esse post! 

Muitas vezes, ela é vista como a salvadora das finanças em conjunto, mas não é uma regra para todos os casos. Por isso, vamos analisar ponto por ponto para você tomar a melhor decisão 🧐

Mas, afinal, o que é, de fato, uma conta conjunta?

Diferente da conta corrente individual, a conta conjunta pertence a dois ou mais “CPF’s”. Ou seja, são várias pessoas que podem administrar a mesma conta e dinheiro, as quais não necessariamente precisam ter vínculos familiares (o que muita gente pode pensar por esse tipo de conta ser usado principalmente por casais ou famílias).

Basicamente, ela possui duas modalidades.

A primeira delas, a solidária, permite que todos os proprietários façam movimentações sem depender da autorização dos demais. Ao contrário da segunda modalidade, não solidária, que necessita da assinatura de todos os envolvidos para fazer qualquer tipo de movimentação.

Mas, independentemente das modalidades e de outros documentos de divisão, todo o dinheiro contido na conta é repartido igualmente entre todos os titulares caso seja decidido encerrá-la.

Se você é casada(o) e passar por um processo de divórcio, a porcentagem que cada um contribuiu para o montante não é levada em consideração na divisão do dinheiro. Ou seja: 50/50 e é isso! Então fique ligada (o). 🧐

E para que, exatamente, uma conta conjunta é útil?

Ter uma conta conjunta é muito interessante quando você deseja unir várias pessoas em torno de um objetivo único.

É o caso de casais que moram juntos, por exemplo, pois precisam dividir custos de aluguel, água, luz, alimentação e outros.

Também temos o caso de amigos que querem viajar para algum lugar juntos ou filhos que precisam ajudar seus pais, avós, tios e outros a controlar suas finanças.

Porém, ela requer muito planejamento e transparência para que não acabe gerando brigas entre os titulares. É sempre interessante balancear o quanto cada  um irá contribuir e também para o que será usado.

Então não esqueça que transparência e planejamento são as palavras da vez!

Vantagens e desvantagens

Porém, como tudo na vida, ela possui suas vantagens e desvantagens, e é preciso analisá-las muito bem para tomar qualquer decisão.

Veja só algumas vantagens da conta conjunta:

  • Reduzir tarifas: se você e a(s) outra(s) pessoa(s) optam por bancos tradicionais que aplicam tarifas como anuidade, abrir uma conta conjunta é uma boa ideia! Ela possui uma única tarifa para todos.
  • Tudo em um só lugar: muitas vezes, quando estamos juntando dinheiro para um objetivo em comum com várias pessoas, fica confuso saber quanto cada um juntou e quão próximo vocês estão da meta. Com a conta conjunta, é muito mais fácil de administrar tudo isso!
  • Acesso a crédito: pelo montante ser maior (pois soma valores de duas ou mais pessoas), fica muito mais fácil ter acesso a financiamentos. 

Já as desvantagens:

  • Falta de privacidade e independência: quando falamos sobre casais, isso é muito perigoso! Apesar de estarem juntos, são dois indivíduos diferentes, certo? Então cada um tem seus gastos, suas preferências e seus presentinhos para si mesmo (aquela famosa blusinha, livro ou cerveja no fim do mês porque “eu mereço”, sabe?).
  • Separação: no fim das contas, o valor será separado igualmente entre todos os titulares da conta. Ou seja, se você tem alguma coisa mal resolvida ou falta de segurança e confiança na outra pessoa que irá dividir essa conta com você, é melhor pensar duas vezes! Isso porque, se você contribuir a mais, sofrer um golpe etc., nada disso importará diante do contrato: 50% para você e 50% para o outro.
  • Requer muito planejamento: ele é essencial nesse caso! É preciso deixar muito claro qual é a porcentagem que cada um contribuirá para não gerar brigas e desentendimentos.

E aí? Conseguimos dar uma luz no fim do túnel para essa decisão? Esperamos que sim!

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