24/01/2020

Planejando sua dívida com o FIES, sem sustos!

Para muitas pessoas, o tão sonhado curso de graduação só é possível por meio do Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior, mais conhecido como FIES.

Como funciona o FIES?

Com o FIES, o estudante recebe uma ajuda do governo federal para pagar a faculdade e só começa a quitar a dívida depois de formado.  Durante o curso, a quantia a ser paga obedece a um teto máximo, que varia de acordo o tipo de contrato e a época em que foi assinado. Não tem muito mistério, né?

Mas isso, de maneira nenhuma, deve ser um fator que deva atrapalhar os seus planos para o futuro. Muitos estudantes aderem ao financiamento e fazem um excelente uso dele. 

De acordo com o Broadcast, serviço de notícias em tempo real do Grupo Estado, apenas em 2016 o custo global do Fies para o Tesouro Nacional chegou a 32.2 bilhões de reais.

Achou muita coisa? Isso só prova a relevância desse programa para uma importante parcela dos graduandos no Brasil.

Então agora vamos para a parte que interessa: Como você pode gerenciar ainda melhor o seu empréstimo?

Separamos 10 dicas que vão ajudar você nessa jornada!

Calcule a sua dívida total

Como em qualquer tipo de dívida, você precisa primeiro entender o quanto de dinheiro precisará para honrar as parcelas com uma certa tranquilidade.

Os estudantes geralmente se formam com um ou mais empréstimos, patrocinados pelo governo federal ou instituições privadas, renovando seus contratos de empréstimos a cada ano de estudo.

Por isso, aperte o cinto e coloque tudo na ponta do lápis. Somente conhecendo sua dívida total você pode desenvolver um plano para pagá-la.

Você pode checar mais opções de apps e ferramentas para organizar a vida financeira que sugerimos aqui.

Conheça os detalhes do contrato

Ao ter noção do tamanho da sua dívida, especifique também os termos de cada empréstimo. Cada um deles pode ter diferentes taxas de juros e diferentes regras de pagamento. Você precisará dessas informações para desenvolver um plano que evite juros, taxas e multas extras.

Unifique os seus empréstimos

Depois de ter os detalhes, você pode considerar a opção de consolidar, o mesmo que unificar, todos os seus empréstimos. A grande vantagem da consolidação é que, muitas vezes, diminui o peso de sua carga de pagamentos mensais.

Essa medida também aumenta o seu período de pagamento, o que é e não é uma bênção, por dois motivos: mais tempo para pagar, em compensação, mais pagamentos de juros.

Além disso, a  taxa de juros do empréstimo consolidado pode ser maior do que a de alguns dos empréstimos atuais. Certifique-se de comparar os termos do empréstimo antes de tomar essa decisão. 

Importante: em alguns casos, se você unificar, poderá perder seu direito às condições especiais e planos de pagamento com base na sua renda.

É tudo uma questão de atenção aos detalhes, e nada de pular as letrinhas miúdas!

QuiteJá

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